Psicólogo João Pedro Ribeiro

João Pedro Ribeiro de Paula

Psicólogo Clínico

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“A gente não se entende mais”: quando a comunicação no casamento se torna um campo de batalha

“Parece que ele não me ouve mais.”“Tudo o que eu falo, ela entende errado.”“Discutimos por qualquer coisa.” Problemas de comunicação são uma das principais causas de desgaste nos relacionamentos afetivos, especialmente no casamento. E o mais alarmante: eles tendem a se intensificar com o tempo quando não são reconhecidos e cuidados. O que mostram os dados? Pesquisas apontam que 65% dos divórcios estão diretamente relacionados a falhas de comunicação. Segundo um estudo publicado no Journal of Family Psychology, casais que mantêm hábitos de comunicação disfuncionais, como interrupções constantes, sarcasmo, críticas e silêncio punitivo, apresentam níveis significativamente mais altos de estresse, insatisfação e isolamento emocional. Além disso, uma pesquisa da American Psychological Association revelou que casais que não conseguem expressar adequadamente suas necessidades emocionais apresentam mais sintomas de ansiedade e depressão. Quais são os prejuízos? Quando a comunicação falha, não se trata apenas de mal-entendidos, a conexão emocional enfraquece. Com o tempo, os parceiros passam a se sentir invisíveis, não ouvidos, desvalorizados. Entre os principais impactos estão: Por que é tão difícil se comunicar? Muitos casais acreditam que “se amam, então deveriam se entender”, mas a realidade é que comunicar bem é uma habilidade, e não um instinto automático. Diversos fatores entram em jogo: Além disso, quando a comunicação vira um ciclo de defesa e ataque, cada conversa vira uma ameaça e não uma tentativa de reconexão. Existe solução? Sim, é possível reconstruir a ponte do diálogo, mas isso exige disposição, consciência e mudança de postura. A boa notícia é que a comunicação saudável pode ser aprendida e praticada. Algumas atitudes simples fazem diferença: Essas são pequenas mudanças com grande impacto emocional. O papel da psicoterapia Quando os conflitos parecem um labirinto sem saída, a psicoterapia pode ajudar cada parceiro a compreender seus próprios padrões de reação, medos, crenças e bloqueios internos. Muitas vezes, o problema não está no “o que se fala”, mas no que se carrega emocionalmente antes de falar. A psicoterapia não serve apenas para “consertar o relacionamento”, mas para fortalecer a capacidade individual de escutar, se expressar e lidar com frustrações: habilidades fundamentais para um vínculo saudável. Em resumo Se a comunicação no seu casamento tem sido marcada por brigas, silêncio ou ressentimento, saiba que esse não precisa ser o fim da história. O amor pode continuar existindo, mas sem diálogo, ele fica sufocado. Buscar ajuda é um ato de coragem de quem ainda quer se fazer entender, e também deseja ouvir. A psicoterapia é uma aliada poderosa nesse caminho de reconexão com o outro, e principalmente, consigo mesmo. João Pedro Ribeiro de PaulaPsicólogo Clínico CRP 06/142636Contato: 16.9.8265-0911

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Por que muitas pessoas se sentem culpadas quando vão descansar?A armadilha da produtividade tóxica nos tempos atuais

Você já tentou descansar, mas se pegou com a cabeça cheia de pensamentos como “eu devia estar fazendo algo útil” ou “estou sendo preguiçoso(a)”? Se sim, você não está sozinho. Sentir culpa por descansar tem se tornado uma experiência comum em nossa sociedade e, essa sensação, está diretamente ligada ao que chamamos de produtividade tóxica. O que é produtividade tóxica? A produtividade tóxica é a pressão interna (ou externa) constante de estar sempre produzindo, mesmo quando já se atingiu os limites físicos e emocionais. Diferente da produtividade saudável, que está ligada ao equilíbrio e bem-estar, a versão tóxica transforma o “fazer” em um valor absoluto, muitas vezes em detrimento da saúde mental. Esse fenômeno se intensificou nos últimos anos, especialmente com o crescimento das redes sociais, do home office e da cultura do “hustle” (trabalhar duro o tempo todo). Vivemos em uma era onde “estar ocupado” é sinônimo de valor pessoal, e o descanso é erroneamente associado à preguiça ou fracasso. O impacto psicológico da produtividade excessiva A neurociência mostra que o descanso é essencial para o funcionamento saudável do cérebro. Um estudo publicado na revista Nature Reviews Neuroscience (Raichle, 2015) demonstrou que o “modo padrão” do cérebro — aquele em que estamos descansando ou em devaneios — é crucial para o processamento emocional, consolidação de memórias e criatividade. Ou seja, não apenas o descanso é necessário, como ele também nos torna mais produtivos e saudáveis a longo prazo. No entanto, mesmo com essa base científica, muitas pessoas continuam se sentindo culpadas ao descansar. De onde vem essa culpa? As raízes da culpa: crenças e sociedade Diversos fatores contribuem para esse sentimento, entre eles: Um estudo da American Psychological Association (APA, 2021) revelou que 67% dos adultos nos EUA relataram sentir culpa ou ansiedade ao tirar folga do trabalho, mesmo quando sabiam que precisavam descansar. Esse dado é um reflexo do mesmo problema enfrentado globalmente. As consequências do não-descanso Negligenciar o descanso não é inofensivo. A exposição contínua ao estresse sem pausas adequadas pode levar a: Além disso, a performance tende a piorar com o tempo, mesmo com mais esforço. A produtividade diminui justamente por falta de recuperação. Como cultivar uma relação mais saudável com o descanso? Vivemos tempos em que o fazer parece valer mais do que o ser. Mas o descanso não é um luxo: é uma necessidade humana básica.

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Como a Psicoterapia Pode Ajudar Crianças e Adolescentes?

A infância e a adolescência são fases fundamentais do desenvolvimento humano, marcadas por desafios emocionais, sociais e cognitivos. Nesse contexto, a psicoterapia infantojuvenil tem um papel essencial na promoção da saúde mental, prevenindo transtornos e auxiliando no enfrentamento de dificuldades. Estudos mostram que a intervenção psicológica precoce pode gerar mudanças significativas e duradouras na vida dos jovens. O Impacto da Psicoterapia na Infância e Adolescência A psicoterapia auxilia crianças e adolescentes no desenvolvimento da regulação emocional, na melhoria dos relacionamentos interpessoais e no aumento da resiliência frente a situações estressantes. De acordo com um estudo publicado pela American Psychological Association (APA), 75% das crianças e adolescentes que passam por intervenção psicológica apresentam melhora significativa nos sintomas de ansiedade, depressão e outros transtornos emocionais. Outro estudo, realizado pelo National Institute of Mental Health (NIMH), aponta que terapias psicológicas são eficazes na redução de problemas comportamentais, como agressividade e dificuldades de socialização, ajudando no desempenho escolar e na autoestima. Quando a Psicoterapia é Indicada? A psicoterapia pode ser benéfica para crianças e adolescentes em diversas situações, incluindo: Benefícios da Psicoterapia para Crianças e Adolescentes A psicoterapia proporciona um espaço seguro para expressar emoções, compreender situações difíceis e desenvolver habilidades essenciais para lidar com desafios da vida. Entre os benefícios observados, destacam-se: Conclusão A psicoterapia infantojuvenil é uma ferramenta essencial para o bem-estar emocional e o desenvolvimento saudável de crianças e adolescentes. A ciência confirma sua eficácia na promoção da saúde mental, prevenindo transtornos e proporcionando qualidade de vida. Pais, educadores e profissionais da saúde devem estar atentos aos sinais que indicam a necessidade de apoio psicológico, garantindo que os jovens tenham acesso ao suporte necessário para crescerem emocionalmente saudáveis. João Pedro Ribeiro de PaulaPsicólogo Clínico CRP 06/142636Contato: 16.9.8265-0911

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Como Manejar Pensamentos Intrusivos de Forma Saudável

Os pensamentos intrusivos são experiências mentais involuntárias e indesejadas que podem surgir repentinamente, causando desconforto e ansiedade. Eles podem estar relacionados a medos irracionais, autocrítica severa ou memórias traumáticas. Embora sejam comuns, quando frequentes ou angustiantes, podem afetar significativamente o bem-estar emocional. O que são pensamentos intrusivos? Os pensamentos intrusivos podem ser caracterizados por conteúdos negativos, repetitivos e perturbadores. Estudos indicam que a maioria das pessoas os experimenta em algum momento, mas aqueles que sofrem de transtornos de ansiedade, depressão ou transtorno obsessivo-compulsivo (TOC) podem vivenciá-los com maior intensidade (Abramowitz et al., 2009). Muitos desses pensamentos estão relacionados a dúvidas, inseguranças ou cenários catastróficos. Um exemplo comum é um indivíduo que, ao segurar uma faca, tem um pensamento repentino como “E se eu machucar alguém?”, mesmo sem qualquer intenção de fazer isso. Esse tipo de pensamento pode gerar culpa ou medo infundado. Como manejar pensamentos intrusivos de forma saudável Conclusão Pensamentos intrusivos fazem parte da experiência humana, mas quando se tornam frequentes e perturbadores, é essencial buscar maneiras saudáveis de manejá-los. Estratégias como aceitação, mindfulness, distanciamento cognitivo e suporte profissional podem auxiliar na redução do impacto desses pensamentos, promovendo maior qualidade de vida e bem-estar emocional.Imagem: revistagalileu João Pedro Ribeiro de PaulaPsicólogo Clínico CRP 06/142636Contato: 16.9.82650911

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Como manter boas relações familiares em contextos de toxicidade

Manter boas relações familiares pode ser desafiador, especialmente quando os relacionamentos possuem traços de toxicidade. A convivência em famílias com comunicação disfuncional, comportamentos controladores ou ausência de empatia pode afetar profundamente o bem-estar emocional. No entanto, mesmo em cenários complicados, é possível construir relações mais saudáveis por meio de estratégias fundamentadas em estudos psicológicos e boas práticas de convivência. O impacto da toxicidade no âmbito familiar De acordo com a American Psychological Association (APA), relações familiares tóxicas podem gerar estresse crônico, ansiedade e até mesmo sintomas de depressão. Famílias disfuncionais muitas vezes apresentam padrões de interação como: Esses fatores podem levar os membros da família a desenvolver padrões de evitamento, comunicação agressiva ou comportamentos passivo-agressivos. Estratégias para melhorar as relações familiares Quando o afastamento pode ser necessário Nem sempre é possível transformar relações familiares tóxicas em saudáveis. Em casos extremos, como abuso emocional ou comportamentos manipulativos persistentes, o afastamento pode ser a única alternativa para preservar a saúde mental. Estudos indicam que o afastamento, quando feito de maneira consciente e com suporte terapêutico, pode aliviar sintomas de estresse e melhorar o bem-estar geral. Conclusão Embora relações familiares tóxicas sejam desafiadoras, é possível melhorar a dinâmica familiar com esforço, autoconhecimento e boas práticas. Reconhecer padrões disfuncionais, estabelecer limites e investir na comunicação assertiva são passos essenciais. Para casos mais complexos, o apoio de um psicólogo pode fazer toda a diferença. Famílias saudáveis não são perfeitas, mas buscam constantemente crescer juntas. João Pedro Ribeiro de PaulaPsicólogo Clínico – CRP 06/142636Contato: 16.9.8265-0911

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A Relação Entre Insônia e Transtornos Mentais: Como a Terapia Pode Ajudar

A insônia, caracterizada pela dificuldade em iniciar ou manter o sono, é um problema comum que afeta milhões de pessoas em todo o mundo. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), cerca de 30% da população global sofre com algum nível de insônia. Além de impactar o bem-estar físico, ela está intimamente ligada ao desenvolvimento de transtornos mentais. Insônia e Saúde Mental: Um Impacto Profundo A ciência tem mostrado que a insônia está frequentemente associada a condições como ansiedade, depressão e transtornos de humor. Um estudo publicado no Journal of Affective Disorders indicou que indivíduos com insônia crônica têm um risco significativamente maior de desenvolver depressão. Da mesma forma, a privação do sono pode intensificar sintomas de ansiedade, deixando a mente em estado constante de alerta. A insônia também contribui para o aumento dos níveis de cortisol, o hormônio do estresse, o que pode desencadear uma série de reações no corpo e na mente, agravando os transtornos mentais. Esse ciclo vicioso — onde a insônia e os transtornos psicológicos se alimentam mutuamente — é uma realidade para muitas pessoas que buscam ajuda profissional. A Importância da Terapia no Tratamento da Insônia A terapia pode ser uma aliada poderosa no combate à insônia e seus efeitos na saúde mental. Por meio do acompanhamento psicológico, é possível explorar as causas subjacentes da dificuldade para dormir, sejam elas emocionais, comportamentais ou ambientais. O processo terapêutico também ajuda a desenvolver estratégias para lidar melhor com o estresse e a ansiedade, promovendo um sono mais tranquilo e restaurador. Estudos indicam que indivíduos que buscam suporte psicológico para lidar com a insônia experimentam melhorias significativas na qualidade do sono e na saúde mental como um todo. A intervenção profissional permite abordar tanto os aspectos imediatos da insônia quanto os fatores que contribuem para o problema a longo prazo. Dicas para Melhorar a Higiene do Sono A higiene do sono é um conjunto de práticas que favorecem um descanso mais saudável e eficiente. Algumas dicas importantes incluem: Conclusão A insônia não é apenas um desconforto temporário; suas consequências podem ser graves, afetando a saúde mental de forma significativa. No entanto, com o suporte adequado e mudanças simples no estilo de vida, é possível quebrar esse ciclo e promover uma melhor qualidade de vida. Se você enfrenta dificuldades para dormir, procurar ajuda profissional pode ser um passo essencial. Aliado a boas práticas de higiene do sono, o acompanhamento psicológico pode proporcionar um descanso mais reparador e um equilíbrio mental duradouro. João Pedro Ribeiro de PaulaPsicólogo Clínico CRP 06/162636Contato: 16.9.8265-0911

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Psicoterapia para Ansiedade e Depressão: O Olhar da Psicanálise Contemporânea

A ansiedade e a depressão são transtornos que afetam milhões de pessoas no mundo todo, impactando de maneira profunda a qualidade de vida, as relações interpessoais e a capacidade de enfrentar os desafios do cotidiano. Entre as abordagens disponíveis para o tratamento psicoterapêutico, a Psicanálise Contemporânea se destaca por sua forma aprofundada de compreender as causas subjacentes dos sintomas, trazendo insights que vão além do alívio imediato e buscando transformações duradouras. O que é a Psicanálise Contemporânea? A Psicanálise Contemporânea, evoluída das ideias de Freud, propõe um olhar dinâmico e adaptado à realidade atual, focando não apenas nos impulsos inconscientes, mas também na interação com o ambiente e nos contextos sociais e relacionais. Ela considera a multiplicidade de fatores que afetam o bem-estar psíquico e propõe uma análise mais flexível, com diálogo constante entre paciente e terapeuta, permitindo um aprofundamento das questões emocionais de maneira contínua. Psicanálise e a Ansiedade A ansiedade, segundo a Psicanálise Contemporânea, muitas vezes tem raízes em conflitos inconscientes que podem remontar à infância ou a situações mal-resolvidas do passado. Esses conflitos, quando não elaborados, podem se manifestar em sintomas como nervosismo, ataques de pânico e preocupações persistentes. Na psicoterapia psicanalítica, o paciente é encorajado a trazer seus pensamentos, sonhos, memórias e associações livres para a sessão, permitindo que os conteúdos inconscientes venham à tona. A eficácia desse método é comprovada por estudos científicos. Segundo uma pesquisa publicada na American Journal of Psychiatry, indivíduos que realizaram sessões de psicoterapia psicanalítica demonstraram uma melhora significativa nos sintomas de ansiedade ao longo do tempo, com resultados que continuaram a evoluir mesmo após o término do tratamento. Isso ocorre porque a abordagem promove uma reelaboração dos conteúdos emocionais, possibilitando a ressignificação dos traumas e medos que alimentam a ansiedade. A Depressão sob o Olhar Psicanalítico A depressão, na perspectiva da Psicanálise Contemporânea, pode ser vista como resultado de experiências de perda, frustração ou padrões de relacionamento que geram sentimentos de desamparo e baixa autoestima. Os sintomas como tristeza profunda, falta de energia, pensamentos autodepreciativos e dificuldade em experimentar prazer são compreendidos não apenas como desajustes químicos, mas como manifestações de processos psíquicos mais complexos. A terapia psicanalítica se propõe a ajudar o paciente a identificar e processar esses conteúdos, buscando dar um novo sentido a eventos marcantes que possam ter moldado sua autoimagem e expectativas de vida. Um estudo conduzido pela British Journal of Psychiatry indicou que a psicoterapia psicanalítica prolongada produziu efeitos positivos sustentáveis em pacientes com depressão crônica, muitas vezes promovendo remissões mais estáveis que abordagens de curto prazo focadas apenas nos sintomas. Os Benefícios da Psicanálise Contemporânea O Processo Terapêutico As sessões de psicoterapia psicanalítica são realizadas em um ambiente de acolhimento e empatia, onde o paciente tem liberdade para expressar pensamentos e sentimentos sem julgamento. O analista atua como um facilitador, ajudando a dar sentido às experiências narradas e orientando o paciente em sua jornada de autocompreensão. Em conclusão, a Psicanálise Contemporânea é uma abordagem eficaz para tratar a ansiedade e a depressão, promovendo um entendimento profundo das emoções, comportamentos e padrões de pensamento do paciente. Sua atuação vai além do controle dos sintomas, oferecendo uma verdadeira transformação interior com respaldo em estudos científicos e uma tradição que continua a evoluir com os desafios do mundo atual. João Pedro Ribeiro de PaulaPsicólogo Clínico CRP 06/142636Contato: 16.9.8265-0911

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Como Controlar Crises de Raiva e Impulsividade: Dicas Práticas e Dados Científicos

As crises de raiva e impulsividade são respostas emocionais intensas que podem ser desencadeadas por diversas situações do cotidiano, como frustrações, estresse, ou até mesmo pequenos contratempos. Embora essas reações sejam normais em algumas circunstâncias, quando se tornam frequentes ou difíceis de controlar, podem prejudicar a vida pessoal, social e profissional. A boa notícia é que é possível aprender a gerenciar essas crises por meio de estratégias práticas e científicas. Neste artigo, vou explorar dicas eficazes, bem como dados científicos que podem auxiliar nesse processo. O que são crises de raiva e impulsividade? A raiva é uma emoção natural e pode servir como uma reação protetora diante de uma ameaça percebida. No entanto, quando essa emoção se torna desproporcional à situação, ela pode se transformar em uma crise, levando a comportamentos impulsivos, agressivos ou autodestrutivos. A impulsividade, por sua vez, refere-se à tendência de agir sem pensar nas consequências. Indivíduos que agem impulsivamente podem tomar decisões precipitadas ou comportar-se de maneira inadequada em momentos de estresse. Impactos da Raiva e Impulsividade no Corpo e na Mente A raiva crônica e a impulsividade constante afetam negativamente o corpo e a mente. Estudos apontam que crises frequentes de raiva podem levar a problemas de saúde, como: Um estudo publicado no Journal of Clinical Psychiatry indicou que indivíduos com controle inadequado da raiva tendem a ter dificuldades em suas relações interpessoais, além de apresentar maior risco de desenvolver problemas de saúde mental ao longo do tempo. Dicas para Controlar Crises de Raiva e Impulsividade Aqui estão algumas estratégias baseadas em evidências científicas para gerenciar essas emoções: 1. Pratique a Respiração Profunda A respiração profunda é uma técnica eficaz para acalmar o corpo e a mente. Quando estamos com raiva, a respiração tende a ficar curta e rápida, o que aumenta a tensão. Focar em respirar profundamente pode ajudar a desacelerar a resposta de luta ou fuga, associada à raiva. 2. Identifique os Gatilhos Entender o que desencadeia sua raiva é fundamental para evitá-la ou administrá-la com mais eficácia. Faça um registro das situações que levam a episódios de raiva e tente identificar padrões. 3. Cognitivamente Reestruture seus Pensamentos Muitas vezes, a raiva é alimentada por pensamentos distorcidos ou irracionais. A Terapia te ajudará a identificar esses pensamentos e substituí-los por versões mais racionais. 4. Pratique Atividades Físicas O exercício físico é uma forma poderosa de canalizar a energia acumulada pela raiva. A atividade física libera endorfinas, que melhoram o humor e reduzem o estresse. 5. Técnicas de Atenção Plena (Mindfulness) Mindfulness envolve estar presente no momento, sem julgamento. Essa prática pode ajudar a identificar emoções à medida que surgem e a lidar com elas de forma mais calma e consciente. 6. Evite o uso de substâncias Álcool e drogas podem intensificar crises de raiva e impulsividade, afetando o julgamento e o controle emocional. Evitar ou limitar o uso dessas substâncias pode contribuir para um melhor autocontrole. Quando Procurar Ajuda Profissional Se as crises de raiva e impulsividade estão afetando sua vida e relacionamentos de maneira significativa, pode ser importante procurar ajuda de um psicólogo. A psicoterapia é altamente eficaz no tratamento de dificuldades com controle emocional. Segundo um estudo de 2021 publicado no Journal of Consulting and Clinical Psychology, indivíduos que participaram de terapias focadas no controle de raiva apresentaram uma redução significativa em episódios de raiva incontrolável e impulsividade após 10 a 12 semanas de tratamento. Considerações Finais Aprender a controlar a raiva e a impulsividade é um processo que exige tempo e prática, mas os benefícios para a saúde física e emocional são imensos. Implementar essas estratégias no dia a dia pode ajudar a melhorar sua qualidade de vida e seus relacionamentos, proporcionando mais serenidade e equilíbrio diante dos desafios cotidianos. Se você sente que precisa de um apoio extra, não hesite em procurar um profissional da saúde mental para guiar esse processo. João Pedro Ribeiro de PaulaPsicólogo Clínico CRP 06/142636Contato: 16.9.8265-0911

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Como Ter Relacionamentos Amorosos Saudáveis: Dificuldades, Comunicação e Crises de Confiança

Os relacionamentos amorosos desempenham um papel essencial na vida de muitas pessoas, influenciando diretamente a saúde emocional e psicológica. No entanto, mantê-los saudáveis pode ser desafiador, especialmente diante de dificuldades comuns, como problemas de comunicação e crises de confiança. Este texto explora como desenvolver um relacionamento saudável, abordando os obstáculos mais frequentes e como superá-los. Elementos Essenciais para Relacionamentos Saudáveis Dificuldades Comuns nos Relacionamentos Apesar da busca por um relacionamento saudável, muitos casais enfrentam desafios ao longo do tempo. Vamos explorar as principais dificuldades: A Importância da Psicoterapia nos Relacionamentos Casais que enfrentam dificuldades persistentes podem se beneficiar da terapia. A psicoterapia fornece um espaço seguro para que ambos os parceiros explorem suas questões, com a ajuda de um profissional treinado para mediar conflitos e facilitar a compreensão mútua. Estudos apontam que a terapia pode melhorar significativamente a comunicação, promover a reconciliação após crises de confiança e ajudar os casais a desenvolverem habilidades de resolução de problemas . Conclusão Relacionamentos amorosos saudáveis exigem trabalho contínuo, especialmente quando se trata de superar desafios como problemas de comunicação e crises de confiança. Com comprometimento, comunicação eficiente e, em alguns casos, o auxílio de um profissional, é possível construir uma relação sólida e satisfatória. Afinal, o investimento em um relacionamento saudável é também um investimento no bem-estar emocional de ambas as partes. Referências: João Pedro Ribeiro de PaulaPsicólogo Clínico CRP 06/142636Contato: 16.9.82650911

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Como Superar Traumas Passados: A Importância da Psicoterapia no Processo de Cura

Traumas passados podem ser feridas emocionais profundas que afetam significativamente a vida de uma pessoa. Esses traumas podem vir de várias experiências, como abusos, acidentes, perdas ou situações difíceis que nos marcaram intensamente. A boa notícia é que, com o tempo e o apoio certo, é possível superar essas feridas e encontrar um caminho de cura. A psicoterapia tem um papel essencial nesse processo. O que é trauma psicológico? O trauma psicológico acontece quando passamos por eventos que ultrapassam nossa capacidade de enfrentamento emocional. Essas experiências podem gerar uma série de sintomas, como: De acordo com a American Psychological Association (APA), o trauma psicológico pode impactar negativamente o funcionamento diário, relacionamentos e até a saúde física da pessoa. Como a Psicoterapia ajuda na superação de traumas A psicoterapia é um recurso poderoso para ajudar pessoas a lidar com os traumas. Com o auxílio de um psicólogo, o indivíduo pode explorar suas emoções em um ambiente seguro e acolhedor, processando o que aconteceu e aprendendo maneiras mais saudáveis de enfrentar suas memórias dolorosas. Veja como a psicoterapia pode auxiliar: 1. Entender as emoções Muitas vezes, quem sofreu traumas reprime suas emoções, o que pode prolongar o sofrimento. Na psicoterapia, o psicólogo ajuda o paciente a identificar e nomear suas emoções, proporcionando uma compreensão mais clara do que ele sente. Isso é um passo fundamental para começar a se libertar do peso emocional. 2. Reestruturar pensamentos disfuncionais Traumas podem fazer com que a pessoa adote crenças distorcidas sobre si mesma e o mundo, como “Eu sou fraco(a)” ou “O mundo é perigoso”. A terapia é amplamente eficaz na reestruturação desses pensamentos negativos, ajudando o paciente a desenvolver uma visão mais realista e equilibrada da vida. 3. Exposição gradual ao trauma Algumas abordagens terapêuticas utilizam técnicas de exposição para ajudar as pessoas a enfrentar memórias traumáticas de maneira controlada e segura. A terapia de exposição é uma prática comum e permite que o paciente comece a encarar o trauma sem ser dominado por ele, aos poucos diminuindo o impacto emocional das lembranças. 4. Técnicas de relaxamento e mindfulness Traumas podem deixar o corpo e a mente em um estado de alerta constante. Técnicas de relaxamento, como a respiração diafragmática, e o mindfulness (atenção plena) ajudam a reduzir a ativação do sistema nervoso e promovem uma sensação de calma e segurança. 5. Ressignificação do trauma Durante a terapia, o paciente é encorajado a dar um novo significado ao trauma. Em vez de ver a experiência apenas como algo que o fez sofrer, ele pode aprender a enxergar sua resiliência e os aprendizados que surgiram do processo. A ressignificação é uma forma de “fechar o ciclo” do trauma e permitir que a pessoa siga em frente. Evidências científicas sobre a eficácia da psicoterapia em traumas Diversos estudos apontam a eficácia da psicoterapia no tratamento de traumas. Um de meta-análise realizado por Bisson et al. (2013) mostrou que pacientes tratados com psicoterapia apresentaram uma redução significativa nos sintomas de trauma em comparação com aqueles que não buscaram tratamento. Além disso, a World Health Organization (WHO) recomenda a psicoterapia como uma das principais intervenções para pessoas que sofrem de traumas psicológicos. A importância de procurar ajuda Superar um trauma não é um processo rápido, e cada pessoa tem seu próprio tempo e maneira de lidar com as experiências dolorosas. No entanto, é fundamental entender que o trauma não precisa definir quem somos para sempre. A psicoterapia oferece um caminho de cura, apoio e acolhimento, ajudando a pessoa a retomar o controle sobre sua vida e a construir um futuro com mais tranquilidade e bem-estar. Se você ou alguém que você conhece está lidando com os efeitos de traumas passados, considere procurar a ajuda de um psicólogo. O processo terapêutico pode ser transformador e permitir que você supere suas dificuldades com mais força e resiliência. Referências: João Pedro Ribeiro de PaulaPsicólogo Clínico CRP 06/142636Contato: 16.9.8265-0911

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Transtornos do Sono (Insônia): Como Melhorar a Qualidade do Sono, Causas, Impacto na Saúde Mental e Como a Terapia Pode Ajudar

O sono é um dos pilares fundamentais para o bem-estar físico e mental, mas para muitos, uma boa noite de descanso se torna um desafio devido à insônia. A insônia é um dos transtornos do sono mais comuns e pode se manifestar tanto como dificuldade para adormecer quanto para manter o sono ao longo da noite. Além disso, suas consequências vão além do cansaço diário, afetando diretamente a saúde mental. O que é a Insônia? A insônia é caracterizada por dificuldades recorrentes em iniciar ou manter o sono, ou ainda, por despertar precoce. Segundo a American Academy of Sleep Medicine (AASM), para que seja diagnosticada como insônia, a pessoa deve apresentar esses sintomas pelo menos três vezes por semana, por um período de três meses ou mais. Existem dois tipos principais de insônia: Causas da Insônia A insônia pode ter diversas causas, que variam entre fatores físicos e psicológicos: Impacto da Insônia na Saúde Mental A privação de sono afeta diretamente o cérebro e a saúde mental. Estudos mostram que a insônia está fortemente associada ao aumento de sintomas de ansiedade e depressão. De acordo com a Associação Americana de Psicologia (APA), cerca de 40% das pessoas com insônia também apresentam algum transtorno psiquiátrico, como a ansiedade generalizada. Os impactos da insônia na saúde mental incluem: Como Melhorar a Qualidade do Sono Melhorar a qualidade do sono exige mudanças no estilo de vida e a adoção de hábitos que favoreçam o relaxamento e a preparação para o descanso. Algumas estratégias recomendadas incluem: O Papel da Terapia na Insônia A terapia tem se mostrado uma opção extremamente eficaz para tratar a insônia, especialmente em sua forma crônica. A terapia visa reestruturar os pensamentos e comportamentos relacionados ao sono. Pesquisas publicadas na JAMA Psychiatry mostram que a terapia pode melhorar significativamente a qualidade do sono, muitas vezes com resultados duradouros. A terapia foca em: Conclusão A insônia é um transtorno que vai muito além de uma simples dificuldade em dormir. Ela afeta profundamente a saúde mental, causando ou agravando condições como ansiedade e depressão. Felizmente, com mudanças no estilo de vida e intervenções terapêuticas adequadas, como a terapia, é possível reverter os efeitos da insônia e restaurar a qualidade do sono. Buscar ajuda psicológica para tratar a insônia pode ser o primeiro passo para quebrar o ciclo de noites mal dormidas e restabelecer um equilíbrio mental e físico essencial para a qualidade de vida. Fontes: João Pedro Ribeiro de PaulaPsicólogo Clínico CRP 06/142636Contato: 16.9.8265-0911

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TDAH (Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade): Sintomas, Diagnóstico e Tratamentos para Crianças e Adultos

O Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH) é um distúrbio neuropsiquiátrico que afeta tanto crianças quanto adultos, caracterizado por sintomas persistentes de desatenção, hiperatividade e impulsividade. Estima-se que o TDAH afete cerca de 5% das crianças e 2,5% dos adultos em todo o mundo, sendo um dos transtornos mais comuns na infância, mas que também pode persistir na vida adulta (American Psychiatric Association, 2013). Este artigo explora os sintomas de TDAH em diferentes fases da vida, métodos de diagnóstico e tratamentos eficazes, incluindo opções terapêuticas e medicamentosas. Sintomas do TDAH em Crianças O TDAH em crianças é frequentemente identificado na fase escolar, quando os sintomas se tornam mais evidentes em ambientes que exigem maior concentração e controle comportamental. Os sintomas podem ser classificados em dois grupos principais: Esses sintomas devem ser persistentes por pelo menos seis meses e devem impactar negativamente o funcionamento social, acadêmico ou ocupacional da criança (APA, 2013). Sintomas do TDAH em Adultos Embora o TDAH seja frequentemente associado a crianças, cerca de 60% dos casos persistem até a idade adulta (Faraone et al., 2006). Os sintomas de TDAH em adultos podem se manifestar de forma diferente, devido às demandas e responsabilidades da vida adulta. Entre os sintomas mais comuns estão: Em adultos, esses sintomas podem resultar em problemas no trabalho, conflitos em relacionamentos e dificuldades na gestão de atividades cotidianas. Métodos de Diagnóstico O diagnóstico de TDAH é clínico, ou seja, baseado na observação dos sintomas e no histórico do paciente. É importante que seja realizado por profissionais de saúde mental qualificados, como psicólogos e psiquiatras, utilizando critérios estabelecidos pelo Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais (DSM-5) ou pela Classificação Internacional de Doenças (CID-11). Procedimentos de Diagnóstico Incluem: Tratamentos para o TDAH O tratamento do TDAH deve ser multimodal, combinando intervenções comportamentais, psicossociais e, em alguns casos, medicamentosas. A escolha do tratamento depende da gravidade dos sintomas, da idade do paciente e de sua resposta às intervenções iniciais. Considerações Finais O TDAH é um transtorno que, embora desafiador, pode ser gerenciado de maneira eficaz com o diagnóstico precoce e o tratamento adequado. A combinação de psicoterapia, intervenções comportamentais e, em alguns casos, medicamentos, proporciona um plano de tratamento holístico que aborda as necessidades individuais de cada paciente. Além disso, a conscientização e a educação contínua sobre o TDAH são essenciais para desmistificar o transtorno e promover uma maior compreensão e apoio para aqueles que convivem com ele. Se você ou alguém que você conhece está lidando com sintomas de TDAH, é importante procurar a ajuda de um profissional de saúde mental qualificado para uma avaliação completa e orientação sobre as melhores opções de tratamento. Referências João Pedro Ribeiro de PaulaPsicólogo Clínico CRP 06/142636Contato: 16.9.8265-0911

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Como o Uso Excessivo de Redes Sociais Pode Afetar Sua Saúde Mental: reflexões sobre Autoestima, Ansiedade e Distúrbios Alimentares

Nos últimos anos, o uso de redes sociais tornou-se uma parte integral da vida cotidiana de muitas pessoas. Enquanto essas plataformas oferecem inúmeros benefícios, como a possibilidade de se conectar com amigos, aprender novas habilidades e até promover negócios, mas o uso excessivo pode ter um impacto negativo significativo na saúde mental. Como o tempo excessivo nas redes sociais pode influenciar a autoestima, aumentar a ansiedade e contribuir para distúrbios alimentares? 1. Autoestima: A Armadilha da Comparação Constante As redes sociais, especialmente plataformas visuais como Instagram e TikTok, são ambientes onde a comparação social é quase inevitável. As pessoas tendem a compartilhar os melhores momentos de suas vidas, frequentemente filtrados e editados, criando uma realidade distorcida. Ao se comparar constantemente com essas representações idealizadas, muitos usuários podem sentir que suas próprias vidas são inadequadas, o que pode levar a uma diminuição da autoestima. Pesquisas indicam que essa comparação pode resultar em sentimentos de inveja, insatisfação com a própria imagem corporal e, em casos mais graves, em sintomas de depressão. A exposição contínua a padrões inatingíveis de beleza e sucesso pode levar as pessoas a se sentirem menos confiantes e mais autocríticas. 2. Ansiedade: O Medo de Estar Perdendo Algo (FOMO) O fenômeno do “Fear of Missing Out” (FOMO), ou medo de estar perdendo algo, é amplamente alimentado pelas redes sociais. O FOMO pode aumentar a ansiedade, pois os usuários são bombardeados constantemente com imagens e histórias de pessoas aparentemente vivendo experiências incríveis. Essa pressão para estar sempre conectado e atualizado pode levar a um estado de alerta constante, que é prejudicial à saúde mental. Além disso, o uso excessivo de redes sociais pode interferir no sono, um dos principais fatores que contribuem para a regulação emocional. A ansiedade causada pelo FOMO, combinada com a falta de sono, pode criar um ciclo vicioso que agrava ainda mais os sintomas de ansiedade. 3. Distúrbios Alimentares: A Influência da Cultura Digital na Imagem Corporal O impacto das redes sociais sobre a imagem corporal é uma preocupação crescente, especialmente entre adolescentes e jovens adultos. A cultura digital, muitas vezes, promove padrões de beleza irrealistas, com ênfase em corpos extremamente magros ou musculosos. A exposição repetida a esses ideais pode levar ao desenvolvimento de distúrbios alimentares, como anorexia, bulimia e transtorno da compulsão alimentar. Estudos mostram que a comparação com imagens corporais irreais pode desencadear comportamentos alimentares desordenados, especialmente em indivíduos já predispostos a essas condições. As redes sociais, com seus algoritmos que promovem conteúdo semelhante ao que o usuário já visualizou, podem intensificar esses comportamentos ao expor continuamente os usuários a esses padrões prejudiciais. Conclusão: A Importância de um Uso Consciente das Redes Sociais Embora as redes sociais possam ser uma ferramenta poderosa de conexão e informação, é essencial usá-las de maneira consciente para proteger a saúde mental. Estabelecer limites de tempo, cultivar uma autoimagem saudável e estar ciente dos efeitos potenciais da comparação social são passos importantes para mitigar os impactos negativos. A conscientização sobre esses efeitos é o primeiro passo para garantir que as redes sociais sejam uma parte positiva da vida, e não uma fonte de sofrimento. Considere reduzir o tempo de uso, seguir contas que promovam mensagens positivas e buscar ajuda profissional se sentir que o uso das redes sociais está afetando sua saúde mental. Informações Extras: A quantidade recomendada de uso de redes sociais por dia pode variar de acordo com a faixa etária e o impacto que o uso está tendo na vida do indivíduo. Segundo dados científicos e recomendações de especialistas, aqui estão algumas orientações gerais: Crianças e Adolescentes (até 18 anos) Adultos (18 a 64 anos) Idosos (65 anos ou mais) Essas orientações são baseadas em estudos que exploram a correlação entre o uso de redes sociais e a saúde mental, buscando promover um uso mais saudável e consciente dessas plataformas. João Pedro Ribeiro de PaulaPsicólogo Clínico CRP 06/142636Contato: 16.9.82650911

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